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      <title><![CDATA[Saúde no trabalho - sindiproventer.webnode.page]]></title>
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      <language>pt-br</language>
      <pubDate>Tue, 28 Apr 2020 18:00:00 +0200</pubDate>
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      <category><![CDATA[Saúde no trabalho]]></category>
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         <title><![CDATA[A Medida Provisória da suspensão ou redução de salários]]></title>
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         <description><![CDATA[
Praticamente todos os Países da Europa e os Estados Unidos estão praticando medidas para proteger o emprego e a renda da sua massa de trabalhadores e a dos pequenos e médios empresários.
Infelizmente o capitalista Brasileiro não segue exemplos do Primeiro Mundo quando é para beneficiar o trabalhador, a não ser que seja de seu interesse como reformas trabalhistas e previdenciárias.
Diga-se de passagem, estas reformas realizadas só tiveram duas consequências até o momento: diminuir a segurança...]]></description>
         <pubDate>Tue, 28 Apr 2020 18:00:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Saúde no trabalho]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" height="344" src="http://files.sindiproventer.webnode.com/200010525-cf138d00c3/Sem título.png" width="506"></p>
<p>Praticamente todos os Países da Europa e os Estados Unidos estão praticando medidas para proteger o emprego e a renda da sua massa de trabalhadores e a dos pequenos e médios empresários.</p>
<p>Infelizmente o capitalista Brasileiro não segue exemplos do Primeiro Mundo quando é para beneficiar o trabalhador, a não ser que seja de seu interesse como reformas trabalhistas e previdenciárias.</p>
<p>Diga-se de passagem, estas reformas realizadas só tiveram duas consequências até o momento: diminuir a segurança celetista do empregado e fazer com que ele trabalhe mais tempo para poder se aposentar.</p>
<p>A medida provisória MP 936/2020 é o último tiro de misericórdia.</p>
<p>Suspendendo o contrato de trabalho ou permitido a redução do salário/hora SEM a participação obrigatória dos sindicatos, o medo de perder postos de trabalho deixará o trabalhador à mercê do empregador tendo que aceitar o que vier pela frente.</p>
<p>Algumas perdas no salário podem chegar acima de 50% apesar das empresas do nosso setor estarem acumulando lucros na última década.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acessem nossas redes sociais e o canal Sind &amp; Coop TV:</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/groups/1375239819387149">https://www.facebook.com/groups/1375239819387149</a></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/spvt_teresopolis/?hl=pt-br">https://www.instagram.com/spvt_teresopolis/?hl=pt-br</a></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/channel/UCDE33GlpqN4gPlsB-hgbBEA?view_as=subscriber">https://www.youtube.com/channel/UCDE33GlpqN4gPlsB-hgbBEA?view_as=subscriber</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia a MP: <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2020/Mpv/mpv936.htm">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2020/Mpv/mpv936.htm</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[O crescimento da precarização da nossa profissão]]></title>
         <link>https://sindiproventer.webnode.page/news/o-crescimento-da-precarizacao-da-nossa-profissao/</link>
         <description><![CDATA[
&nbsp;
Foi noticiado que houve um crescimento de 900% no cadastramento de motoristas de aplicativos no Brasil. Os números aproximados de condutores passam de 600 mil em mais de 100 cidades, tornando o mercado brasileiro o segundo maior do mundo (Os EUA estão em primeiro lugar).
&nbsp;
Além dos cortes de idade cada vez menores exigidos para ser propagandista e da escassez de vagas que não absorvem a todos, por não conseguir se recolocar no mercado vários colegas de profissão trabalham...]]></description>
         <pubDate>Sun, 21 Apr 2019 12:43:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Saúde no trabalho]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" height="362" src="http://files.sindiproventer.webnode.com/200019504-ac0ebad083/uber.png" width="368"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:18px;">Foi noticiado que houve um crescimento de 900% no cadastramento de motoristas de aplicativos no Brasil. Os números aproximados de condutores passam de 600 mil em mais de 100 cidades, tornando o mercado brasileiro o segundo maior do mundo (Os EUA estão em primeiro lugar).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:18px;">Além dos cortes de idade cada vez menores exigidos para ser propagandista e da escassez de vagas que não absorvem a todos, por não conseguir se recolocar no mercado vários colegas de profissão trabalham diariamente de 12 a 14H com estes aplicativos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:18px;">Alguns do raiar do dia até a madrugada do dia seguinte para tentar se aproximar do padrão de vida perdido.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:18px;">Com certeza o aplicativo é um quebra-galhos imediato, mas de longe <strong>NÃO</strong> é o cenário ideal para quem um dia já teve carteira assinada.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:18px;">As condições laborais são extremamente duras e nem sempre economicamente vantajosas. Cite-se o risco dos assaltos, muitas corridas de baixo valor, ter que lidar com pessoas complicadas, manutenção do veículo, combustível subindo todo dia, e, obviamente, manter-se imerso full time no trânsito estressante e caótico das nossas cidades.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:18px;">Estudos mais aprofundados citam que só existe o verdadeiro capitalismo em Países de terceiro mundo onde a população é despreocupada com o ensino, a cultura e o saber.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:18px;"><u><strong>Fato incontestável:</strong></u> Ao migrar para trabalhos sem qualquer tipo de contrapartida em termos de direitos constitucionais e embasados na Dignidade da Pessoa Humana, quem sempre se dá bem é o lado do capital.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:18px;">O trabalhador não vive, sobrevive.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:</p>
<p><a href="https://www.uber.com/pt-BR/newsroom/fatos-e-dados-sobre-uber/">https://www.uber.com/pt-BR/newsroom/fatos-e-dados-sobre-uber/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><u><strong>Todas as informações veiculadas são resgatadas de fontes públicas sem qualquer fim lucrativo. Nosso sindicato é autossustentável sem perceber qualquer tipo de contribuição pública e/ou privada.</strong></u></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:16px;"><strong><u>Canal SPVT TV no Youtube</u>:&nbsp;</strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCDE33GlpqN4gPlsB-hgbBEA?view_as=subscriber" style="font-size: 0.8em;">https://www.youtube.com/channel/UCDE33GlpqN4gPlsB-hgbBEA?view_as=subscriber</a></span></p>
<p><span style="font-size:16px;"><strong style="font-size: 14px;"><u style="font-size: 0.8em;">Instagram SPVT</u>:&nbsp;</strong><a href="https://www.instagram.com/lcplula/?hl=pt-br" style="font-size: 0.8em;">https://www.instagram.com/lcplula/?hl=pt-br</a></span></p>
<p><span style="font-size:16px;"><strong style="font-size: 14px;"><u style="font-size: 0.8em;">Facebook SPVT</u>:&nbsp;</strong><a href="https://www.facebook.com/luizclaudio.pereira.7" style="font-size: 0.8em;">https://www.facebook.com/luizclaudio.pereira.7</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:16px;"><u><strong>WhatsApp para sugestões/denúncias</strong></u>: (024) 9 9307-1054</span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Mulher morre após fazer 159 horas extras no mês]]></title>
         <link>https://sindiproventer.webnode.page/news/mulher-morre-apos-fazer-159-horas-extras-no-mes/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;- Miwa Sado, uma japonesa de 31 anos, morreu por insuficiência cardíaca após trabalhar 159 horas extras em um mês. Ela trabalhava &nbsp;como repórter de política na maior emissora pública do Japão, a NHK.
O caso aconteceu em julho de 2013, mas a empresa só reconheceu que a causa da morte foi excesso de trabalho nesta semana, a pedido da família da vítima.

	Japonesa morre por insuficiência cardíaca após trabalhar 159 horas extrasANN News/ Reprodução
No mês de sua morte, ela cobriu as...]]></description>
         <pubDate>Thu, 05 Oct 2017 19:25:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Saúde no trabalho]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility; font-size: 18px; line-height: 1.6; margin: 18px 0px; font-family: &quot;Open Sans&quot;, sans-serif;">&nbsp;- Miwa Sado, uma japonesa de 31 anos, morreu por insuficiência cardíaca após trabalhar 159 horas extras em um mês. Ela trabalhava &nbsp;como repórter de política na maior emissora pública do Japão, a NHK.</p>
<p style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility; font-size: 18px; line-height: 1.6; margin: 18px 0px; font-family: &quot;Open Sans&quot;, sans-serif;">O caso aconteceu em julho de 2013, mas a empresa só reconheceu que a causa da morte foi excesso de trabalho nesta semana, a pedido da família da vítima.</p>
<figure class="ODICHE00912" style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility; margin: 0px 0px 20px; font-family: &quot;Open Sans&quot;, sans-serif; font-size: medium;">
	<img src="http://ejesa.statig.com.br/bancodeimagens/5w/dg/k7/5wdgk75nrnmw6nz77oiva3kek.jpg" style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility;"><figcaption style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility;"><span style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility; font-size: 13px; color: rgb(56, 56, 56); display: block; margin-top: 6px;">Japonesa morre por insuficiência cardíaca após trabalhar 159 horas extras</span><small style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility; font-size: 13px; color: rgb(154, 154, 154); display: block; margin-top: 6px;">ANN News/ Reprodução</small></figcaption></figure>
<p style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility; font-size: 18px; line-height: 1.6; margin: 18px 0px; font-family: &quot;Open Sans&quot;, sans-serif;">No mês de sua morte, ela cobriu as eleições da Assembleia Metropolitana de Tóquio e da Alta Câmara Nacional do Japão e teria tirado apenas dois dias de folga no período.</p>
<p style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility; font-size: 18px; line-height: 1.6; margin: 18px 0px; font-family: &quot;Open Sans&quot;, sans-serif;">De acordo com um alto funcionário do departamento de notícias da NHK, Masahiko Yamauchi, a empresa demorou três anos para divulgar a morte de Miwa em respeito à família da jornalista. Yamauchi afirmou que a morte dela é um “problema para &nbsp;a organização como um todo, incluindo o sistema trabalhista e como as eleições são cobertas”.</p>
<p style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility; font-size: 18px; line-height: 1.6; margin: 18px 0px; font-family: &quot;Open Sans&quot;, sans-serif;">No Japão, 22,7% das empresas admitiram que funcionários faziam mais de 80 horas extras por mês. O levantamento do governo considerou os meses de dezembro de 2015 a janeiro de 2016.</p>
<p style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility; font-size: 18px; line-height: 1.6; margin: 18px 0px; font-family: &quot;Open Sans&quot;, sans-serif;">O caso de Miwa reabre a discussão sobre como os japoneses equilibram a vida pessoal e o trabalho. Mais de 2.000 japoneses se mataram por problemas relacionados ao trabalho em março de 2016, segundo um relatório divulgado pelo governo.</p>
<p style="box-sizing: border-box; outline: none; -webkit-font-smoothing: antialiased; text-rendering: optimizeLegibility; font-size: 18px; line-height: 1.6; margin: 18px 0px; font-family: &quot;Open Sans&quot;, sans-serif;">Fonte:&nbsp;http://odia.ig.com.br/mundoeciencia/2017-10-05/mulher-morre-apos-fazer-159-horas-extras-no-mes.html</p>
]]></content:encoded>
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